Há algumas semanas renovei meus instintos ferozes e melancólicos de por em forma auditiva aquilo que me faz acordar todos os dias. Não foi fácil não, é a vida que tem se mostrado dura demais a ponto de buscar lá no fundo da nossa existência aquela vontade de inspirar algum ar puro que faça bater esse músculo aqui dentro. Cada acorde com a sua sonoridade: é como passarinhos cantando em uma manhã de domingo na serra.
A gente passa a vida toda buscando aquela resposta (maldita) para o sentido da vida e esse diacho foge da gente como o diabo foge da cruz. Para mim o sentido talvez seja estar sempre procurando. Sempre com cara de palhaço. Sempre pagando de otário para os que nos fazem sala. É dura essa vida de ser-humano-consciente. Mais duro ainda é estar sempre batendo na porta e a mesma insistir em não abrir. São passos largos que vagam em busca De. Talvez alguma luz, algum túnel que de tanto escavar nos levasse para a resposta, para o sentido.
Contudo, não me sinto vazia. Ainda. São rítimos novos a cada espaço de tempo que me fazem sobreviver. É o arrepio, o canto no olhar de cada ser. Sigo assim: deitada, com o violão nas mãos e uma vontade grande.
A gente passa a vida toda buscando aquela resposta (maldita) para o sentido da vida e esse diacho foge da gente como o diabo foge da cruz. Para mim o sentido talvez seja estar sempre procurando. Sempre com cara de palhaço. Sempre pagando de otário para os que nos fazem sala. É dura essa vida de ser-humano-consciente. Mais duro ainda é estar sempre batendo na porta e a mesma insistir em não abrir. São passos largos que vagam em busca De. Talvez alguma luz, algum túnel que de tanto escavar nos levasse para a resposta, para o sentido.
Contudo, não me sinto vazia. Ainda. São rítimos novos a cada espaço de tempo que me fazem sobreviver. É o arrepio, o canto no olhar de cada ser. Sigo assim: deitada, com o violão nas mãos e uma vontade grande.

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