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Brincar de Amor

Há algumas semanas renovei meus instintos ferozes e melancólicos de por em forma auditiva aquilo que me faz acordar todos os dias. Não foi fácil não, é a vida que tem se mostrado dura demais a ponto de buscar lá no fundo da nossa existência aquela vontade de inspirar algum ar puro que faça bater esse músculo aqui dentro. Cada acorde com a sua sonoridade: é como passarinhos cantando em uma manhã de domingo na serra. A gente passa a vida toda buscando aquela resposta (maldita) para o sentido da vida e esse diacho foge da gente como o diabo foge da cruz. Para mim o sentido talvez seja estar sempre procurando. Sempre com cara de palhaço. Sempre pagando de otário para os que nos fazem sala. É dura essa vida de ser-humano-consciente. Mais duro ainda é estar sempre batendo na porta e a mesma insistir em não abrir. São passos largos que vagam em busca De. Talvez alguma luz, algum túnel que de tanto escavar nos levasse para a resposta, para o sentido. Contudo, não me sinto vazia. Ainda. São...
Ela se jogou da janela do quinto andar, nada é fácil de entender. Meu filho vai ter nome de santo. Quero (muito) o nome mais bonito.

Eterno aprendiz das escolhas que fiz

Sempre fui muito à frente do meu tempo. Bati de frente com superiores, bati de frente com inferiores e bati de frente comigo mesma. Até que me encontrei. Me encontrei perdida em meio tanta gente “estúpida”. E me encontrei também em mim mesma, como salvadora de minhas frustrações. Hoje, com 20 anos, meu único cabelo branco me avisa o quão desleixada é essa vida e, me avisa também, que eu preciso de uma tarja preta. Talvez para me preocupar menos com mundo ou talvez para me preocupar menos comigo mesma. Contudo, imagina se todo mundo resolvesse abrir mão de cuidar si próprio? O mundo tem me mostrado que nem tudo é como a gente vê. E que nem toda ovelha é ovelha. O mundo tem me mostrado que é preciso abrir mão. Mesmo que doa. Mesmo que seja superficialmente. Mesmo que isso seja um punhal encurralado no seu peito pelo resto da sua vida. O mundo tem sido cruel.  O dia tem sido pesado. O vento tem sido forte. O sol tem sido quente demais. Perto demais. Pegajoso demais. ...
IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL IMBECIL TUDO VAI PASSAR TUDO VAI PASSAR TUDO VAI PASSAR TUDO VAI PASSAR TUDO VAI PASSAR TUDO VAI PASSAR TUDO VAI PASSAR TUDO VAI PASSAR TUDO VAI PASSAR TUDO VAI PASSAR TUDO VAI PASSAR TUDO VAI PASSAR TUDO VAI PASSAR TUDO VAI PASSAR TUDO VAI PASSAR TUDO VAI PASSAR TUDO VAI PASSAR TUDO VAI PASSAR TUDO VAI PASSAR TUDO VAI PASSAR TUDO VAI PASSAR TUDO VAI PASSAR...

What is Love?

Quando você chega ao topo da montanha e olha tudo lá embaixo, ao contrário de Lost and Delirious, você está tão preso naquilo que se tem o adjetivo de amor, que quando você tenta se mover, de tanto já ter caído, você sente a necessidade de o empurrar. É como se houvesse uma paralisia momentânea da respiração. Como se os olhos cegassem. Como uma mangueira que cresce até a metade e, do nada, morresse em meio 2 mangas. Não é o que e quando acontece, muito menos o porquê de acontecer. É ter 20 anos e não saber os caminhos. É se dispor sempre, sempre, sempre. E sempre ao ponto errado, no caminho errado, no momento errado.